sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Subsídio LIÇÃO Nº 9 – A IGREJA EM MISSÕES URBANAS

QUARTO TRIMESTRE DE 2017
Juvenis: Igreja, o corpo de Cristo
COMENTARISTA: JAMIEL LOPES
COMENTARISTA: PROF. MAURÍCIO BERWALD

LIÇÃO Nº 9 – A IGREJA EM MISSÕES URBANAS

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A Igreja não foi edificada por Cristo para construir escolas, fundar hospitais ou assumir cargos políticos, por mais dignas que sejam tais realizações, mas para cumprir com o mandato de “ir por todo o mundo e pregar o evangelho a toda criatura” (Mc 16.15). Quando os crentes prescindem da evangelização, não resta mais nada a igreja do que ser uma associação religiosa em busca de privilégios e reconhecimento social. Somente um poderoso reavivamento na vida dos crentes será capaz de transformar uma igreja apática quanto à evangelização em uma comunidade rediviva. Cada crente deve envolver-se com a evangelização dos pecadores. Cada cristão deve ser uma fiel testemunha de Cristo.

1. Evangelização urbana. Sem prescindir da evangelização nos meios rurais, é um fato notório em nossos tempos que a vida urbana é uma realidade que desafia e exige da igreja uma pronta e veemente atitude para alcançá-la. Existe um fluxo migratório incontrolável de pessoas que deixam a vida rural e saem em busca de melhores oportunidades nas grandes cidades. Muitos problemas sociais resultam da desorganização da vida urbana, e a igreja deve estar preparada para responder a esses dilemas.

Estratégias adequadas devem ser desenvolvidas para alcançar as pessoas. Os problemas típicos da vida urbana, tais quais a diversidade cultural, a marginalização social, o materialismo, a invasão das seitas e as tendências sociais, desafiam a igreja no sentido de, sem afetar a essência da mensagem do evangelho, demonstrar o poder da Palavra de Deus que transforma e dá esperança a todos (Rm 1.16).



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Dinâmica Lição 09: A Igreja em Missões Urbanas


Dinâmica: Vestindo a Camisa

Objetivo:
Refletir sobre o compromisso com a evangelização e missões.

Material:
01 folha de papel ofício para cada aluno.

Procedimento:
- Entreguem para cada aluno 01 folha de papel ofício.
- Solicitem aos alunos que façam um barco, utilizando a técnica da dobradura (aquela que fazíamos costumeiramente quando criança, lembram?).
Aguardem que todos terminem e ajudem alguns que se esqueceram de como fazer.
- Falem: Quando aceitamos a Cristo, entramos no barco do Reino de Deus. Temos Jesus como nosso guia. Temos também a responsabilidade individual de transmitir os valores do Reino de Deus, através da propagação do evangelho.
- Falem: Fazer este trabalho de evangelização local, nacional ou transcultural, alguns aceitam ou rejeitam, ou perseguem, trazendo momentos de dificuldades, pensamos até que vamos naufragar, não alcançando o objetivo proposto.
- À medida que vocês falarem nas dificuldades, vocês retiram a extremidade da direita e da esquerda do barco, rasgando as duas pontas. Depois, retirem também a extremidade da vela.
- Continuem, falando: Apesar das dificuldades, não naufragamos porque Cristo está conosco.
- Leiam Mt 8. 24 a 27.
  - Falem: Apesar das avarias do barco (apontem para as extremidades retiradas), Cristo é nosso socorro; estamos no barco, porque somos integrantes do Reino, decidimos “Vestir a Camisa” do Reino de Deus.
- Perguntem: O que significa “Vestir a Camisa”?
Certamente as respostas terão o seguinte teor: ter compromisso, apresentar dedicação, estar motivado.
- Agora, solicitem aos alunos que abram a dobradura do barco. O que eles verão? Uma camisa!
A folha deve ficar dobrada ao meio, não abrir a folha completamente!
- Falem: Quem entra no Reino, precisa “Vestir a Camisa”, isto significa está comprometido com a Palavra de Deus, com os valores do Reino e a propagação do evangelho.
- Perguntem: Estamos realmente vestindo a “Camisa do Reino”?
Ideia original de transformar a dobradura do barco em camisa: desconhecida.


Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Subsídio LIÇÃO Nº 8 – O PAPEL DA LIDERANÇA NA IGREJA

QUARTO TRIMESTRE DE 2017
Juvenis: Igreja, o corpo de Cristo
COMENTARISTA: JAMIEL LOPES
COMENTARISTA: PROF. MAURÍCIO BERWALD

INTRODUÇÃO

Jesus foi e é o maior líder de todos os tempos.
. Nunca houve alguém com vocação tão suprema, ministério tão eficaz, liderança tão exemplar e legado mais duradouro. Como líder, ele tinha uma clara consciência de sua pessoa, da sua missão e do seu dever de formar discípulos que continuassem sua obra. Em seu estado de humilhação Jesus aprendeu a depender do Pai em tudo e todas as suas escolhas ministeriais, desde o chamado aos discípulos até seu triunfo na cruz, foram feitas em oração e submissão.
O presente estudo aborda o ministério de Jesus como o modelo supremo de liderança a ser imitado, analisando algumas características marcantes que devem ser seguidas por todo líder cristão, como sua consciência da missão, seu pastoreio sacrificial, seu amor abnegado e o seu exemplo humilde que moldou a vida e o caráter dos discípulos. Todos são chamados a amar, servir e liderar como ele, formando outros discípulos para que a obra de Deus continue se expandindo até a consumação.

I. JESUS, O LÍDER SINGULAR
Jesus foi um líder completo, diferentemente de todos os outros líderes humanos. O caráter singular da sua pessoa como Deus e homem proporcionou uma perfeição a suas ações, palavras e escolhas que nunca poderão ser plenamente imitadas por nenhum homem ou líder. Ninguém pode perguntar aos demais como ele perguntou: “Quem dentre vós me convence de pecado?” (Jo 8.46).Jesus foi único porque sua pessoa é única. Ele é o verdadeiro Deus que se fez carne e veio ao mundo com o propósito de salvar pecadores (Jo 1.1-5,11-14). Ao mesmo tempo, é o servo de Deus que renunciou sua glória nascendo como perfeito homem para dessa forma identificar-se com seu povo e salvá-lo da condenação eterna (cf. Jo 15.13).
A singularidade e perfeição da pessoa e obra de Cristo responde por sua perfeita consciência de si mesmo, de sua missão e das suas ovelhas, coisa que os demais líderes não possuem. Ainda assim, o fato de ele ter sido apontado por Deus como Supremo Pastor e exemplo indica a todo líder cristão que seu dever é seguir os passos do Mestre (1Pe 2.21-22).
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Dinâmica Lição 08: O papel da liderança na Igreja


Dinâmica: A liderança de Jesus

Objetivo: Introduzir o estudo sobre o modelo da liderança de Jesus.

Material:
10 figuras de pés(05 direitos, 05 esquerdos)
Palavras digitadas: amor, integridade, motivação, coerência, não autoritário, determinação, não centralizador, participação, divisão de tarefas, sabedoria.
Observação: colar os nomes e expressões nas figuras de pés – uma em cada figura.
Frase digitada: Modelo da liderança de Jesus

Procedimento:

Antes da aula:
- Organizem as cadeiras uma de frente para outra.
- Coloquem as figuras de pés no espaço entre as cadeiras, formando um caminho.
- Fixem no final do caminho a expressão “Modelo da liderança de Jesus”.

Durante a aula:
- Falem para os alunos que na aula de hoje o tema será sobre a liderança de Jesus. Para conhecer os princípios dessa liderança, é necessário caminhar nos passos do mestre, isto é, neste caminho formado por estas 10 figuras de pés.
- Peçam que 01 aluno retire a primeira figura de pé e leia o que está escrito no verso. O aluno deverá deixar a figura no mesmo lugar com o nome à mostra.
Este procedimento deve acontecer até a última figura de pé.
- As características devem ser analisadas com exemplos bíblicos próprios da liderança de Jesus.
- Para finalizar, falem: Este exemplo de liderança de Jesus deve ser seguidos pelos líderes e por aqueles que almejam cargo de liderança.


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Subsídio LIÇÃO Nº 5 – AS ORDENANÇAS DA IGREJA

QUARTO TRIMESTRE DE 2017
Juvenis: Igreja, o corpo de Cristo
COMENTARISTA: JAMIEL LOPES
COMENTARISTA: PROF. MAURÍCIO BERWALD

LIÇÃO Nº 5 – AS ORDENANÇAS DA IGREJA

Eclesiologia é a disciplina da Teologia que estuda a igreja, sua fundação, símbolos e missão, conforme as Escrituras. O vocábulo igreja é formado por duas palavras gregas: pelo prefixo ek, isto é, “a partir de”, “de dentro de” ou “para fora de”; e, klēsis, que significa “chamada”, “convocação”, “convite”. Literalmente quer dizer “chamados para fora”. Em Atos 19.39, ekklēsia é uma “assembléia reunida para fins políticos”; em Atos 7.38 é a congregação ou assembléias dos israelitas, mas em 1 Co 11.18, uma congregação cristã. O termo ainda é usado para designar um “grupo local de cristãos” (Mt 18.17; At 5.11; Rm 16.1,5); a Igreja universal à qual todos os servos de Cristo estão ligados (Mt 16.18; At 9.31; 1 Co 12.28; Ef 1.22); e a Igreja de Deus ou de Cristo (1 Co 10.32; 1 Ts 2.14; Rm 16.16).

A Igreja (Ekklēsia) de Deus é um povo tirado do mundo.
O mais importante na estrutura da Igreja e que lhe dá a razão de ser e de existir é que ela seja realmente constituída de um povo que, de acordo com as palavras de Jesus, tenha sido tirado do mundo (Jo 15.19). Essa realidade é evidenciada, de modo claro, pela própria palavra que o Novo Testamento usa, em sua língua original (grego), ‘para igreja’ — ekklēsia. Essa palavra é composta de duas outras: ek e klēsis. Ek significa ‘para fora’, e klēsis, ‘chamado’. Ekklēsia e usada no Novo Testamento 115 vezes [...].
1) Comunidade grega. É usada três vezes para expressar uma assembléia de comunidade grega, tanto legal (At 19.39), como ilegal (At 19.32,40) [...].
2) Israel. É usada duas vezes para designar o Israel de Deus no Antigo Testamento (At 7.38; Hb 2.12), exprimindo, assim, como Deus chamou a Israel dentre os povos para ser um povo seu (Dt 7.6-8)”.
(BERGSTÉN, E. Teologia Sistemática. 4.ed., RJ: CPAD, 2005, p.214.)



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Dinâmica Lição 05: As Ordenanças à Igreja


Dinâmica: O Batismo

Objetivo: Oportunizar o estudo sobre o batismo bíblico.

Material:
Água
01 bacia pequena
01 boneco pequeno de plástico

Procedimento:
- Perguntem: Quais os tipos de batismos que vocês conhecem?
Aguardem as respostas.
- Solicitem aos alunos que relatem o que já presenciaram ou participaram sobre os tipos de batismos que eles citaram, utilizando os materiais acima citados. Observem com atenção a demonstração dos batismos vivenciados pelos alunos.
Observação: Caso ocorra apenas a citação do batismo por aspersão, vocês devem apresentar o batismo por imersão.
- Falem: Vimos agora com esta demonstração que há vários tipos de batismo, mas o batismo bíblico é aquele conhecido como “Imersão”.
- Então, leiam Mt 3. 13 a 17. Após a leitura, enfatizem a expressão “saiu logo da água”, que nos assegura que o batismo de Jesus foi por imersão.
Por Sulamita Macedo.
Dinâmica: A Ceia

Objetivo:
Promover momento de entrosamento entre os alunos, tendo como ponto de partida uma das finalidades da Santa Ceia.
Material:
01 Mesa
01 toalha para a mesa
Ramos de trigo
Pães de queijo pequenos dentro de um saquinho de plástico
Refrigerante ou suco de uva
Guardanapos
Copos descartáveis.
Procedimento:
- Após o estudo sobre a Santa Ceia, convidem os alunos para se posicionaram ao redor de uma mesa, arrumada com pães e refrigerante de uva.
- Agradeçam a Deus pela oportunidade de estar juntos, estudando este tema.
- Falem: Vamos agora fazer um lanche, celebrando um momento de união e comunhão entre todos os alunos da classe.
- Distribuam para cada aluno um pão e um copo de refrigerante de uva. Avisem para aguardar uma orientação.
Lembrem-se de que cada pão deve estar dentro de um saquinho.
- Então, solicitem que cada um escolha um colega e troque com ele, o pão e o copo de refrigerante, falando uma mensagem.
- Esta atividade deve ser repetida pelo menos umas 05 vezes, com duplas diferentes.
- Em seguida, eles podem se alimentar.


Por Sulamita Macedo
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

LIÇÃO Nº 4 – O PROPÓSITO DA IGREJA

QUARTO TRIMESTRE DE 2017
Juvenis: Igreja, o corpo de Cristo
COMENTARISTA: JAMIEL LOPES
COMENTARISTA: PROF. MAURÍCIO BERWALD

LIÇÃO Nº 4 – O PROPÓSITO DA IGREJA

I. COM RELAÇÃO A DEUS (ADORAR)

1. O que é adorar.
2. A diversidade da adoração.
O culto ao Senhor pode variar de acordo com o lugar e a época. Quem trabalha no campo missionário tem muitas histórias sobre a diversidade cultural e a adoração a Deus. Há diversos modelos de cultos em nossos dias, e esses estão mais afeitos a lugares, com regionalismos próprios. Nem sempre um modelo adotado em um país será necessariamente aceito em outra cultura. O que não se pode esquecer é que o nosso culto deve ser racional, e feito com ordem e decência: “Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Rm 12.1). A adoração ao Senhor não pode ser transformada em um espetáculo, onde as pessoas se dirigem ao santuário para serem entretidas, para passar tempo, esquecendo-se de que estão ali para adorar, orar e ouvir a Palavra de Deus.



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