sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Subsídio LIÇÃO Nº 10 – A IGREJA E AS MISSÕES TRANSCULTURAIS

QUARTO TRIMESTRE DE 2017

Juvenis: Igreja, o corpo de Cristo
COMENTARISTA: JAMIEL LOPES
COMENTARISTA: PROF. MAURÍCIO BERWALD

LIÇÃO Nº 10 – A IGREJA E AS MISSÕES TRANSCULTURAIS

...
A suprema tarefa da Igreja sem sombra da dúvida é a Grande Comissão. As palavras de Jesus relatadas nos Evangelhos e nos Atos dos Apóstolos aponta para o alvo para o qual a Igreja deve seguir e o objetivo a ser alcançado.
Templos, escolas, orfanatos, hospitais e creches, devem ser encarados no contexto da vida da igreja como acessórios. Entretanto a evangelização dos povos deve ocupar a primazia financeira e pessoal refiro a recursos. Missões é urgente e importante!
A Igreja fundada por Jesus Cristo, é um organismo vivo e atuante neste mundo de pecado e miséria, mas para que isto ocorra é necessário canalizar mais recursos, bem como colocar as missões no lugar de destaque que ela merece, uma vez que esta é sua principal tarefa estabelecida por Jesus Cristo. A suprema tarefa da igreja:



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Dinâmica Lição 10: A Igreja e as Missões Transculturais



Dinâmica: Não Deixe a Bola Cair

Objetivo: Demonstrar a necessidade da participação e colaboração de todos na obra missionária.

Material:
01 bexiga(bola de aniversário) para cada aluno.

Procedimento:
- Entreguem uma bola para cada aluno.
- Peçam para encham, deem um nó.
- Organizem os alunos em círculo e orientem para que joguem as bolas para cima e não deixam que caiam.
- Aos poucos, vá retirando alguns alunos da atividade, até que a quantidade que ficar não consiga dominar as bolas, deixando as bolas cair.
- Então, perguntem:
O que significa a expressão “não deixar a bola cair”?
Espera-se que os alunos falem sobre persistência, compromisso etc.
- Continuem, perguntando:
Como foi realizar a atividade com todos cooperando?
Os que saíram, como se sentiram vendo que a atividade não podia ser realizada por poucos?
Os que permaneceram na atividade, como se sentiram, vendo que os cooperadores estavam desistindo?
Como ficam os missionários, se os que apoiam desistem? Foram enviados, porque foram chamados, os que ficam apoiam orando e contribuindo. Cada um deve fazer sua parte.
- Então vamos retomar a ação, fazendo o inverso, entrando aqueles que saíram.
- O que podemos constatar, com isto? Podemos retornar a apoiar ou começar a colaborar com a obra missionária, não deixando a bola cair!
Ideia original desconhecida


Esta versão por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Subsídio LIÇÃO Nº 9 – A IGREJA EM MISSÕES URBANAS

QUARTO TRIMESTRE DE 2017
Juvenis: Igreja, o corpo de Cristo
COMENTARISTA: JAMIEL LOPES
COMENTARISTA: PROF. MAURÍCIO BERWALD

LIÇÃO Nº 9 – A IGREJA EM MISSÕES URBANAS

...
A Igreja não foi edificada por Cristo para construir escolas, fundar hospitais ou assumir cargos políticos, por mais dignas que sejam tais realizações, mas para cumprir com o mandato de “ir por todo o mundo e pregar o evangelho a toda criatura” (Mc 16.15). Quando os crentes prescindem da evangelização, não resta mais nada a igreja do que ser uma associação religiosa em busca de privilégios e reconhecimento social. Somente um poderoso reavivamento na vida dos crentes será capaz de transformar uma igreja apática quanto à evangelização em uma comunidade rediviva. Cada crente deve envolver-se com a evangelização dos pecadores. Cada cristão deve ser uma fiel testemunha de Cristo.

1. Evangelização urbana. Sem prescindir da evangelização nos meios rurais, é um fato notório em nossos tempos que a vida urbana é uma realidade que desafia e exige da igreja uma pronta e veemente atitude para alcançá-la. Existe um fluxo migratório incontrolável de pessoas que deixam a vida rural e saem em busca de melhores oportunidades nas grandes cidades. Muitos problemas sociais resultam da desorganização da vida urbana, e a igreja deve estar preparada para responder a esses dilemas.

Estratégias adequadas devem ser desenvolvidas para alcançar as pessoas. Os problemas típicos da vida urbana, tais quais a diversidade cultural, a marginalização social, o materialismo, a invasão das seitas e as tendências sociais, desafiam a igreja no sentido de, sem afetar a essência da mensagem do evangelho, demonstrar o poder da Palavra de Deus que transforma e dá esperança a todos (Rm 1.16).



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Dinâmica Lição 09: A Igreja em Missões Urbanas


Dinâmica: Vestindo a Camisa

Objetivo:
Refletir sobre o compromisso com a evangelização e missões.

Material:
01 folha de papel ofício para cada aluno.

Procedimento:
- Entreguem para cada aluno 01 folha de papel ofício.
- Solicitem aos alunos que façam um barco, utilizando a técnica da dobradura (aquela que fazíamos costumeiramente quando criança, lembram?).
Aguardem que todos terminem e ajudem alguns que se esqueceram de como fazer.
- Falem: Quando aceitamos a Cristo, entramos no barco do Reino de Deus. Temos Jesus como nosso guia. Temos também a responsabilidade individual de transmitir os valores do Reino de Deus, através da propagação do evangelho.
- Falem: Fazer este trabalho de evangelização local, nacional ou transcultural, alguns aceitam ou rejeitam, ou perseguem, trazendo momentos de dificuldades, pensamos até que vamos naufragar, não alcançando o objetivo proposto.
- À medida que vocês falarem nas dificuldades, vocês retiram a extremidade da direita e da esquerda do barco, rasgando as duas pontas. Depois, retirem também a extremidade da vela.
- Continuem, falando: Apesar das dificuldades, não naufragamos porque Cristo está conosco.
- Leiam Mt 8. 24 a 27.
  - Falem: Apesar das avarias do barco (apontem para as extremidades retiradas), Cristo é nosso socorro; estamos no barco, porque somos integrantes do Reino, decidimos “Vestir a Camisa” do Reino de Deus.
- Perguntem: O que significa “Vestir a Camisa”?
Certamente as respostas terão o seguinte teor: ter compromisso, apresentar dedicação, estar motivado.
- Agora, solicitem aos alunos que abram a dobradura do barco. O que eles verão? Uma camisa!
A folha deve ficar dobrada ao meio, não abrir a folha completamente!
- Falem: Quem entra no Reino, precisa “Vestir a Camisa”, isto significa está comprometido com a Palavra de Deus, com os valores do Reino e a propagação do evangelho.
- Perguntem: Estamos realmente vestindo a “Camisa do Reino”?
Ideia original de transformar a dobradura do barco em camisa: desconhecida.


Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Subsídio LIÇÃO Nº 8 – O PAPEL DA LIDERANÇA NA IGREJA

QUARTO TRIMESTRE DE 2017
Juvenis: Igreja, o corpo de Cristo
COMENTARISTA: JAMIEL LOPES
COMENTARISTA: PROF. MAURÍCIO BERWALD

INTRODUÇÃO

Jesus foi e é o maior líder de todos os tempos.
. Nunca houve alguém com vocação tão suprema, ministério tão eficaz, liderança tão exemplar e legado mais duradouro. Como líder, ele tinha uma clara consciência de sua pessoa, da sua missão e do seu dever de formar discípulos que continuassem sua obra. Em seu estado de humilhação Jesus aprendeu a depender do Pai em tudo e todas as suas escolhas ministeriais, desde o chamado aos discípulos até seu triunfo na cruz, foram feitas em oração e submissão.
O presente estudo aborda o ministério de Jesus como o modelo supremo de liderança a ser imitado, analisando algumas características marcantes que devem ser seguidas por todo líder cristão, como sua consciência da missão, seu pastoreio sacrificial, seu amor abnegado e o seu exemplo humilde que moldou a vida e o caráter dos discípulos. Todos são chamados a amar, servir e liderar como ele, formando outros discípulos para que a obra de Deus continue se expandindo até a consumação.

I. JESUS, O LÍDER SINGULAR
Jesus foi um líder completo, diferentemente de todos os outros líderes humanos. O caráter singular da sua pessoa como Deus e homem proporcionou uma perfeição a suas ações, palavras e escolhas que nunca poderão ser plenamente imitadas por nenhum homem ou líder. Ninguém pode perguntar aos demais como ele perguntou: “Quem dentre vós me convence de pecado?” (Jo 8.46).Jesus foi único porque sua pessoa é única. Ele é o verdadeiro Deus que se fez carne e veio ao mundo com o propósito de salvar pecadores (Jo 1.1-5,11-14). Ao mesmo tempo, é o servo de Deus que renunciou sua glória nascendo como perfeito homem para dessa forma identificar-se com seu povo e salvá-lo da condenação eterna (cf. Jo 15.13).
A singularidade e perfeição da pessoa e obra de Cristo responde por sua perfeita consciência de si mesmo, de sua missão e das suas ovelhas, coisa que os demais líderes não possuem. Ainda assim, o fato de ele ter sido apontado por Deus como Supremo Pastor e exemplo indica a todo líder cristão que seu dever é seguir os passos do Mestre (1Pe 2.21-22).
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Dinâmica Lição 08: O papel da liderança na Igreja


Dinâmica: A liderança de Jesus

Objetivo: Introduzir o estudo sobre o modelo da liderança de Jesus.

Material:
10 figuras de pés(05 direitos, 05 esquerdos)
Palavras digitadas: amor, integridade, motivação, coerência, não autoritário, determinação, não centralizador, participação, divisão de tarefas, sabedoria.
Observação: colar os nomes e expressões nas figuras de pés – uma em cada figura.
Frase digitada: Modelo da liderança de Jesus

Procedimento:

Antes da aula:
- Organizem as cadeiras uma de frente para outra.
- Coloquem as figuras de pés no espaço entre as cadeiras, formando um caminho.
- Fixem no final do caminho a expressão “Modelo da liderança de Jesus”.

Durante a aula:
- Falem para os alunos que na aula de hoje o tema será sobre a liderança de Jesus. Para conhecer os princípios dessa liderança, é necessário caminhar nos passos do mestre, isto é, neste caminho formado por estas 10 figuras de pés.
- Peçam que 01 aluno retire a primeira figura de pé e leia o que está escrito no verso. O aluno deverá deixar a figura no mesmo lugar com o nome à mostra.
Este procedimento deve acontecer até a última figura de pé.
- As características devem ser analisadas com exemplos bíblicos próprios da liderança de Jesus.
- Para finalizar, falem: Este exemplo de liderança de Jesus deve ser seguidos pelos líderes e por aqueles que almejam cargo de liderança.


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Subsídio LIÇÃO Nº 5 – AS ORDENANÇAS DA IGREJA

QUARTO TRIMESTRE DE 2017
Juvenis: Igreja, o corpo de Cristo
COMENTARISTA: JAMIEL LOPES
COMENTARISTA: PROF. MAURÍCIO BERWALD

LIÇÃO Nº 5 – AS ORDENANÇAS DA IGREJA

Eclesiologia é a disciplina da Teologia que estuda a igreja, sua fundação, símbolos e missão, conforme as Escrituras. O vocábulo igreja é formado por duas palavras gregas: pelo prefixo ek, isto é, “a partir de”, “de dentro de” ou “para fora de”; e, klēsis, que significa “chamada”, “convocação”, “convite”. Literalmente quer dizer “chamados para fora”. Em Atos 19.39, ekklēsia é uma “assembléia reunida para fins políticos”; em Atos 7.38 é a congregação ou assembléias dos israelitas, mas em 1 Co 11.18, uma congregação cristã. O termo ainda é usado para designar um “grupo local de cristãos” (Mt 18.17; At 5.11; Rm 16.1,5); a Igreja universal à qual todos os servos de Cristo estão ligados (Mt 16.18; At 9.31; 1 Co 12.28; Ef 1.22); e a Igreja de Deus ou de Cristo (1 Co 10.32; 1 Ts 2.14; Rm 16.16).

A Igreja (Ekklēsia) de Deus é um povo tirado do mundo.
O mais importante na estrutura da Igreja e que lhe dá a razão de ser e de existir é que ela seja realmente constituída de um povo que, de acordo com as palavras de Jesus, tenha sido tirado do mundo (Jo 15.19). Essa realidade é evidenciada, de modo claro, pela própria palavra que o Novo Testamento usa, em sua língua original (grego), ‘para igreja’ — ekklēsia. Essa palavra é composta de duas outras: ek e klēsis. Ek significa ‘para fora’, e klēsis, ‘chamado’. Ekklēsia e usada no Novo Testamento 115 vezes [...].
1) Comunidade grega. É usada três vezes para expressar uma assembléia de comunidade grega, tanto legal (At 19.39), como ilegal (At 19.32,40) [...].
2) Israel. É usada duas vezes para designar o Israel de Deus no Antigo Testamento (At 7.38; Hb 2.12), exprimindo, assim, como Deus chamou a Israel dentre os povos para ser um povo seu (Dt 7.6-8)”.
(BERGSTÉN, E. Teologia Sistemática. 4.ed., RJ: CPAD, 2005, p.214.)



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