quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Dinâmica Lição 03: O chamado da sabedoria


Dinâmica: Quer Sabedoria?
 
Objetivo: Iniciar o estudo sobre a sabedoria que vem do alto.
 
Material:
01 caixa
Nome SABEDORIA digitado
Envelopes pequenos(quantidade depende do número de alunos)
Papel pequeno com o versículo de Tg 3.17 digitado(01 para cada envelope)
01 pincel atômico ou um marcador para quadro branco
01 cartolina ou um quadro branco
 
Procedimento:
Antes da realização da dinâmica:
Organizar o material da seguinte forma:
Colar o nome SABEDORIA fora da caixa
Colocar o versículo de Tg 3.17 dentro de cada envelope
Colocar os envelopes dentro da caixa
Momento de realização da dinâmica:
- Falem: Já conhecemos a história de Salomão quanto a um pedido dele a Deus.
O que ele pediu? O que ele recebeu?
Aguardem as respostas.
- Para referenciar as respostas dos alunos leiam I Reis 3. 9 a 12:
“A teu servo, pois, dá um coração entendido para julgar a teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal; porque quem poderia julgar a este teu tão grande povo?
E esta palavra pareceu boa aos olhos do Senhor, de que Salomão pedisse isso.
E disse-lhe Deus: Porquanto pediste isso, e não pediste para ti muitos dias, nem pediste para ti riquezas, nem pediste a vida de teus inimigos; mas pediste para ti entendimento, para discernires o que é justo;
Eis que fiz segundo as tuas palavras; eis que te dei um coração tão sábio e entendido, que antes de ti igual não houve, e depois de ti igual não se levantará”.
- Em seguida, peguem a caixa com o nome “Sabedoria”, entreguem para um aluno. Peçam para que ele fique em pé diante da turma.
- Depois, peçam para outro aluno ler Tg 1.5:
“E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada”.
- Quando o aluno estiver lendo a parte do versículo “...peça a Deus...”, apontem para o aluno que está com a caixa.
Aguardem que os alunos peçam sabedoria, o aluno que está com a caixa deve distribuir “sabedoria” apenas para quem pediu. Se ninguém percebeu que deve pedir, o versículo deve ser lido novamente, até que pelo menos alguns peçam.
- Falem: Salomão fez um pedido sábio, vocês também!
- Depois, os alunos devem abrir o envelope e ler seu conteúdo:
“Mas a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia”. Tiago 3:17
- Depois, escrevam no quadro as 08 características da sabedoria que Deus nos concede. Vocês devem escrever à medida que os alunos citarem cada uma delas.
- Para finalizar, falem: É sobre esta sabedoria que vamos estudar na aula de hoje.
 
Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Dinâmica Lição 02: Não caia na conversa do ímpio


Dinâmica: Amizade
 
Objetivos:
Enfatizar a importância das amizades.
Refletir sobre as influências positivas e negativas das amizades.
 
Material: ½ folha de papel ofício para cada aluno e caneta.
 
Procedimento:
- Organizem os alunos em círculo.
- Distribuam a metade da folha de papel ofício para cada aluno.
- Falem que, usando este papel, eles deverão pegar a maior quantidade de autógrafos dos colegas, em apenas 01 minuto.
- Terminado o tempo estipulado, peçam para que os alunos contem a quantidade de autógrafos.
Aguardem as respostas.
- Depois, questionem:
É importante ter uma grande quantidade de amigos?
Os autógrafos pertencem a colegas que vocês têm amizade e/ou apenas se cumprimentam?
Qual a qualidade das amizades que eles têm na escola, na igreja, onde moram? São positivas? Há influência negativa?
- Agora, façam uma relação destas respostas com o provérbio “Diz-me com quem andas, que te direi que és”.
Não se esqueçam de alertar os alunos sobre o oferecimento de drogas, participação em grupos que fazem atos de vandalismo, sexo livre etc, que é muito comum em alguns grupos dentro das escolas.
- Para concluir, leiam:
 I Co 15.33 “Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes”.
 Pv 13.20 “Anda com os sábios e serás sábio, mas o companheiro dos tolos será afligido.”
Ideia original da sessão de autógrafos desconhecida.
 
Esta versão elaborada por Sulamita Macedo.
fonte:http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Dinâmica Lição 13: Justificação


Dinâmica: A sentença do Juiz

Objetivo: Iniciar o estudo sobre a justificação.

Material:
Papéis com o nome RÉU para cada aluno de um lado do papel; do outro lado do mesmo papel deve estar escrito “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”(Romanos 3:23).
Papel com o nome ACUSADOR
Papel com o nome ADVOGADO DE DEFESA
Papel com o nome JUIZ
Papel com a seguinte afirmação “Eu declaro o homem inocente, pois foi justificado por Jesus”.

Procedimento:
- Escolher 04 alunos para representar o RÉU, ACUSADOR, ADVOGADO DE DEFESA e JUIZ.
- Os demais alunos recebem um papel com o nome RÉU, atrás deve estar escrito o versículo, conforme descrição no item material.
- Aparece o aluno que representa o acusador, acusando o homem do seu pecado.
- Em seguida, vem o aluno representando Jesus como advogado, defendendo o réu(o homem) e fala que morreu no lugar dele para que tivesse perdão de seus pecados.
- Por fim aparece o aluno que representa Deus e ler a sentença dele como juiz, declaro o homem inocente, pois foi justificado por Jesus.
- Em seguida, iniciem o estudo sobre a justificação.


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Dinâmica Lição 12: Regeneração


Dinâmica: Nasci de Novo!

Objetivo: Refletir sobre a transformação que ocorre na vida daquele que recebe a salvação, através do Novo Nascimento.

Material:
01 porção de milho de pipoca
01 porção de pipoca
Alguns piruás(grãos que não estouraram)
01 porção de óleo
01 cópia do texto “Milho de pipoca”(postado abaixo)

Procedimento:
- Falem da transformação que ocorre na vida da pessoa que passa pelo Novo Nascimento.
- Apresentem para os alunos uma porção de milho de pipoca e outra de pipoca.
- Perguntem: Vocês fazem ideia o que acontece com o milho para que ele se transforme em pipoca?
Aguardem as respostas. Certamente os alunos vão falar que após colocar o milho numa panela com óleo e com ação do fogo os grãos estouram.
- Falem: Este processo de transformação do grão duro em pipoca macia pode ser comparado ao estado de mudança que ocorre na vida de quem goza da salvação, libertando da casca dura do pecado, que o aprisionava para uma vida de alegria na presença de Deus, com ações e pensamentos mudados.
- Distribuam o texto “Milho de Pipoca”(postado abaixo) para cada aluno e leiam.
- Depois, apresentem o piruá, aquele grão que não estourou.
- Falem: Este grão é semelhante as pessoas que não aceitam a salvação e, dessa forma, não passam pelo processo de transformação.
- Agora, falem sobre:
O óleo e o fogo, símbolos do Espírito Santo, podem representar a atuação dEle na vida da pessoa que recebe a salvação.
O barulho pode representar a alegria da transformação.
- Leiam o versículo abaixo e falem que ele enfatiza as novas atitudes e pensamentos que devem pautar a vida do cristão.
“Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai” (Fp 4:8).
- Para concluir, distribuam 01 saco de pipoca para os alunos.

Por Sulamita Macedo.
Texto
Milho de Pipoca

             Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre. Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e de uma dureza assombrosas. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é melhor. Mas, de repente, vem o fogo.
            O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, um filho, o pai, a mãe, o emprego ou ficar pobre. Pode ser o fogo de dentro: pânico, medo, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.
           Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo, o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também. Imagino que a pobre pipoca, dentro da panela fechada, cada vez mais quente, pense que chegou a sua hora: vai morrer.
           Dentro da sua casca dura, fechada em si mesma, não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo do que é capaz.
Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como outra coisa completamente diferente, algo que nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, recusam-se a mudar. A presunção e o medo são a casa dura do milho que não estoura.  No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria a ninguém.


Autoria do texto: Rubem Alves.

fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Subsídio da Lição 7 - Fogo Estranho Diante de Deus


Lição 7 - Fogo Estranho Diante de Deus



INTRODUÇÃO

A história de Nadabe e Abiú faz-nos uma séria advertência: Deus não se deixa escarnecer (Gl 6.7). Nesta lição, veremos que esses dois obreiros, apesar de todos os privilégios de que desfrutavam junto à congregação de Israel, não honraram o seu ministério. Antes, ignorando a recomendação de Moisés, ofereceram fogo estranho ao Senhor. E, no mesmo instante, foram exterminados pelo Deus que não se deixa zombar por homem algum.
Como temos nos apresentado diante do Senhor? Enquanto avançamos neste estudo, respondamos a esta pergunta com temor e tremor, pois Deus não mudou. Ele está a exigir santidade, pureza e reverência de cada um de seus filhos, principalmente dos que fazem parte do santo ministério da Palavra.

Gálatas 6.7
Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.


I – OS PRIVILÉGIOS DE NADABE E ABIU
Não basta pertencer a uma família tradicional de obreiros para usufruir da graça divina. É necessário, antes de tudo, ter uma vida de íntima comunhão com Deus. Vejamos, pois, a ascendência de Nadabe e Abiú, e o seu conhecimento da glória divina.


1. Ascendência levítica.
Nadabe e Abiú pertenciam à tribo de Levi, que fora honrada com o sacerdócio divino (Nm 3.1-12). Os homens dessa tribo eram contados entre as primícias do Senhor. O próprio Deus havia dito: “Os levitas serão meus” (Nm 3.12). Por conseguinte, os descendentes de Levi eram vistos como os nobres entre os nobres de Israel.
Professor, na nossa leitura bíblica em classe (Lv 10.1-10) deparamos com a narração dos fatos que levou a morte os sacerdotes Nadabe e Abiú filhos do sumo sacerdote Arão. Se em Levítico somos esclarecidos com mais detalhes sobre a morte de Nadabe e Abiú, no texto abaixo, sugerido pelo comentarista da revista, nos deparamos com a genealogia de Nadabe e Abiú, a confirmação de seus cargos como sacerdotes, e a orientação sobre os cuidados que deveriam serem tomados no ministério do tabernáculo, vejamos :


Números 3.1-12
1 - E estas são as gerações de Arão e de Moisés, no dia em que o Senhor falou com Moisés no monte Sinai.
2 - E estes são os nomes dos filhos de Arão: o primogênito, Nadabe; depois, Abiú, Eleazar e Itamar.
3 - Estes são os nomes dos filhos de Arão, dos sacerdotes ungidos, cujas mãos foram sagradas para administrar o sacerdócio.
4 - Mas Nadabe e Abiú morreram perante o Senhor, quando ofereceram fogo estranho perante o Senhor no deserto do Sinai, e não tiveram filhos; porém Eleazar e Itamar administraram o sacerdócio diante de Arão, seu pai.
5 - E falou o Senhor a Moisés, dizendo:
6 - Faze chegar a tribo de Levi e põe-na diante de Arão, o sacerdote para que o sirvam, 
7 - e tenham cuidado da sua guarda e da guarda de toda a congregação, diante da tenda da congregação, para administrar o ministério do tabernáculo.
8 - e tenham cuidado de todos os utensílios da tenda da congregação e da guarda dos filhos de Israel, para administrar o ministério do tabernáculo.
9 - Darás, pois, os levitas a Arão e a seus filhos; dentre os filhos de Israel lhes são dados em dádiva.
10 - Mas a Arão e a seus filhos ordenarás que guardem o seu sacerdócio, e o estranho que se chegar morrerá.
11 - E falou o Senhor a Moisés, dizendo:
12 - E eu, eis que tenho tomado os levitas do meio dos filhos de Israel, em lugar de todo o primogênito que abre a madre, entre os filhos de Israel; e os levitas serão meus.

É importante enfatizar alguns pontos para seus alunos :
1) Todo sacerdote tinha que pertencer a tribo de Levi
2) Nem todos levitas eram necessariamente ungidos a sacerdote.
3) Os levitas se apresentavam para os serviços ao completar 25 anos de idade
4) Provavelmente, eles recebiam cinco anos de treinamento prático
5) Eram admitidos ao serviço completo aos 30 anos
6) Deus escolheu todos os homens da tribo de Levi para substituir os primogênitos de cada tribo israelita (Nm 3.40-41), lembrando que na primeira páscoa (Êx 13.2) os primogênitos de cada família israelita eram separados para ajudarem Moisés e Arão a ministrarem às pessoas.


Números 3.40-41
40 - E disse o Senhor a Moisés: Conta todo primogênito varão dos filhos de Israel da idade de um mês para cima e toma o número dos seus nomes.
41 - E para mim tomarás os levitas (eu sou o Senhor) em lugar de todo primogênito dos filhos de Israel ...


2. Ascendência araônica.
Além de pertencerem à tribo de Levi, Nadabe e Abiú provinham da família de Arão, escolhida por Deus para exercer o sumo sacerdócio (Êx 6.23; 28.1). Era o ofício mais honroso de todo o Israel. Nem os reis podiam exercê-lo (2 Cr 26.18). De acordo com a genealogia de Arão, Nadabe e Abiú eram os sucessores imediatos do pai nesse glorioso ministério.


3. Participantes da glória de Deus.
Quando o Senhor outorgou a Lei a Israel, por intermédio de Moisés, lá estavam Nadabe e Abiú juntamente com os mais destacados anciãos de Israel (Êx 24.1). E, ali, no monte sagrado, presenciaram a manifestação da glória divina (Êx 24.9,10). Além disso, foram testemunhas oculares da aliança que o Senhor firmara com os filhos de Israel (Êx 24.8). Enfim, Nadabe e Abiú tiveram o privilégio de testemunhar o estabelecimento do pacto entre Deus e o seu povo. 


II – FOGO ESTRANHO NO ALTAR
Três atitudes marcaram o ato leviano e inconsequente de Nadabe e Abiú: ignoraram a Deus, impacientaram-se e, sem qualquer temor, apresentaram fogo estranho no altar sagrado.

"E os filhos de Arão, Nadabe e Abiú, tomaram cada um seu incensário, e puseram neles fogo, e puseram incenso sobre ele, e trouxeram fogo estranho perante a face do Senhor, o que lhes não ordenara. Então, saiu fogo de diante do Senhor e os consumiu; e morreram perante o Senhor" (Lv 10.1-2).
Alguns irmãos, como Caim e Abel ou Jacó e Esaú, colocaram uns aos outros em apuros. Os irmãos Nadabe e Abiú tiveram problemas juntos. 
Embora pouco se saiba sobre seus primeiros anos, a Bíblia nos dá uma abundância de informações sobre o ambiente em que eles cresceram. Nascidos no Egito, foram testemunhas oculares dos atos poderosos de Deus no Êxodo.
Eles viram seu pai Arão,seu tio Moisés, e sua tia Miriã em ação muitas vezes. Eles tinham conhecimento em primeira mão sobre a santidade de Deus como poucos homens já tiveram, e pelo menos por um tempo, seguiram a Deus de todo o coração (Lv 8.36). Mas em um momento crucial, eles decidiram tratar as claras instruções de Deus com indiferença. A consequência de seu pecado foi ardente, imediata e chocante para todos. 
Corremos o risco de cometer o mesmo erro desses irmãos quando tratamos a justiça e a santidade de Deus de maneira leviana. Devemos nos aproximar do Senhor à medida que percebemos que temos um temor apropriado de Deus. Não se esqueça de que a oportunidade de conhecer a Deus pessoalmente está baseada no seu convite gracioso para um povo que nunca é digno deste; esta dádiva não é algo que deva ser encarado como algo garantido ou comum. Seus pensamentos a respeito de Deus incluem um reconhecimento da sua grande santidade ?
(Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal - CPAD - Pág.215).


1. Ignoraram a Deus.
Ao adentrarem o lugar santo, Nadabe e Abiú ignoraram a presença de Deus, pois o Senhor encontrava-se não somente no Tabernáculo como em todo o arraial de Israel (Êx 25.8; Nm 14.14). O Deus onipresente não se limita ao Santo dos santos, mas se deleita com a presença de seus queridos e amados santos.

Êxodo 25.8
E me farão um santuário, e habitarei no meio deles.

Números 14.14
E o dirão aos moradores desta terra, que ouviram que tu, ó Senhor, estás no meio deste povo, que face a face, ó Senhor, lhes apareces, que tua nuvem está sobre eles e que vais adiante deles numa coluna de nuvem de dia e numa coluna de fogo de noite.


2. Impaciência profana.
De acordo com as instruções que o Senhor, através de Moisés, transmitira aos filhos de Israel, somente o sumo sacerdote estava autorizado a oferecer o incenso no altar de ouro (Êx 30.7-9). Todavia, observa-se que ambos, ignorando tal preceito, entraram no lugar sagrado e trouxeram um fogo que Deus não ordenara. As coisas de Deus não podem ser tratadas profanamente. Nadabe e Abiú precipitaram-se e não souberam esperar a hora de se colocarem no altar.Enfatize para seus alunos que somente o sumo sacerdote estava autorizado a oferecer o incenso no altar de ouro, Nadabe e Abiú eram sacerdotes, trataram os mandamentos diretos de Deus levianamente, e este pecado teve consequência mortal. 

Êxodo 30.7-9
E Arão sobre ele queimará o incenso das especiarias; cada manhã, quando põe em ordem as lâmpadas, o queimará.
E, acendendo Arão as lâmpadas à tarde, o queimará; este será incenso contínuo perante o Senhor pelas vossas gerações.
Não oferecereis sobre ele incenso estranho, nem holocausto, nem oferta; nem tampouco derramareis sobre ele libações.

3. Apresentaram fogo estranho ao Senhor.
Não bastava ter o incenso prescrito pelo Senhor; era imperioso ter igualmente a brasa certa, para que Deus fosse dignamente adorado (Êx 30.9; Lv 16.12). Se o incenso era exclusivo, a brasa também o era (Êx 30.37). Mas, pelo contexto da narrativa sagrada, Nadabe e Abiú não estavam preocupados nem com o incenso, nem com o fogo. Por isso, o Senhor veio a fulminá-los diante do altar.

Os filhos de Arão “trouxeram fogo estranho perante a face do Senhor” (Lv 10.1). Notemos que após Moisés, Arão e seus filhos obedecerem às ordenanças do Senhor contidas nos capítulos 8 e 9, a glória do Senhor se manifestou e o fogo veio da parte do Senhor e todo o povo jubilou (Lv 9.23-24). Porém, quando Nadabe e Abiú não agiram de acordo com as leis de Deus, “saiu fogo de diante do Senhor” (Lv 10.2), e eles morreram.(Revista Betel Dominical - Editora Betel - 1 Trimestre - 2018).


Levítico 10:1
Qual foi o "fogo estranho" que Nadabe e Abiú ofereceram diante do Senhor ?
O fogo sobre o altar de holocausto nunca se extinguia (Lv 6:12-13), o que implica que este altar era santo. É possível que Nadabe e Abiú tenham levado ao altar brasas de fogo de um outra fonte, fazendo com que o sacrifício se tornasse profano. Também tem sido sugerido que os dois sacerdotes fizeram uma oferta em um momento não prescrito. Seja qual for a explicação correta, o ponto é que Nadabe e Abiú abusaram da sua posição como sacerdotes em um ato de flagrante desrespeito a Deus, que tinha acabado de revisar precisamente com eles como deveriam conduzir a adoração. Como lideres, eles tinham uma responsabilidade especial de obedecer a Deus. Em sua posição eles poderiam facilmente conduzir muitas pessoas ao erro. Se Deus comissionou você para liderar ou ensinar outras pessoas, nunca considere este papel como garantido nem abuse dele. Permaneça fiel a Deus e siga as instruções dele.
(Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal - CPAD - pág.214)


Levítico 10:2
Os filhos de Arão foram descuidados em relação a seguir as leis sacrificiais. Como resposta, Deus os destruiu através de uma labareda de fogo. Realizar os sacrifícios era um ato de obediência. Fazê-lo corretamente mostrava respeito por Deus. É fácil nos tornarmos descuidados com relação à nossa obediência a Deus, viver da nossa maneira ao invés da maneira como Deus quer que vivamos. Se nossa maneira fosse tão boa quanto a de Deus, Ele não teria ordenado que vivêssemos da sua maneira.
Ele sempre tem boas razões para seus mandamentos, e nós sempre nos colocamos em perigo quando os desobedecemos de forma consciente ou descuidada.

(Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal - CPAD - pág.214)

O Altar de Incenso

O Tabernáculo e o Templo continham dois altares: um para a queima de sacrifícios e outro para a queima de incenso. O Altar de incenso estava colocado diante do véu, entre o santuário e o Lugar Santíssimo (o santuário interior). Ele era feito de madeira de cedro, e coberto de ouro (1Rs 6.20-22); media aproximadamente 46 centímetros de lado e 90 centímetros de altura.
Este Altar era usado para queimar incenso, diante do véu. O incenso que era queimado simbolizava as orações do povo de Deus, subindo ao Senhor (Lc 1.10-11; Ap 8.3-4). No Templo celestial, também há um altar de incenso (Ap 6.9; 8.5; 9.13). Na próxima vez em que você orar, pense nas suas orações subindo até Deus, como incenso.

III – LUTO NO SANTO MINISTÉRIO
A morte de Nadabe e Abiú abalou profundamente a casa de Arão. Apesar de haver perdido, num único dia, dois de seus filhos, ele foi proibido pelo Senhor de observar qualquer luto pelos mortos.

1. A morte de Nadabe e Abiú.Ao se apresentarem com fogo estranho diante do Senhor, os filhos de Arão, que também eram ministros do altar, foram consumidos no lugar santo (Lv 10.2). Pelo que observamos do texto sagrado, Deus os matou pelo fato de eles não terem levado em conta a santidade divina (Lv 10.3). A obrigação deles era glorificar o nome do Senhor, mas preferiram buscar a própria glória. Diante do fato, o sumo sacerdote de Israel calou-se. Não poderia haver momento mais trágico para a sua família.

Vídeo : Porque Nababe e Abiú morreram ?
Tempo : 5 minutos


2. A remoção dos cadáveres.
Moisés, então, ordena a dois primos de Arão, Misael e Elzafã, a removerem os cadáveres da Casa de Deus (Lv 10.4). No episódio de Ananias e Safira, os corpos de ambos foram levados para fora por alguns jovens da igreja recém-inaugurada pelo Espírito Santo (At 5.1-11).


3. O luto é proibido.
Apesar da tragédia que se abateu sobre a sua família, Arão é proibido pelo Senhor de guardar luto ou demonstrar tristeza (Lv 10.6,7). Ele e seus filhos deveriam suportar, com santa discrição, aquela hora tão difícil. Afinal, era seu dever zelar pela santidade e glória do nome do Senhor dos Exércitos.
Certos tipos de “luto” servem apenas para enfraquecer o povo de Deus e levá-lo à dispersão (2 Sm 19.1-7). Às vezes, temos de suportar o insuportável, a fim de preservar a Igreja de Cristo. Ela está acima de nossa dor.

CONCLUSÃO

Devemos ter cuidado com a forma como nos apresentamos diante de Deus. O culto ao Senhor deve ser santo, reverente e verdadeiro. Portanto, chega de liturgias bizarras, cultos mundanos, teologias permissivas e costumes que ferem a Palavra de Deus. Se não atentarmos à santidade e à glória divinas, não subsistiremos, pois o nosso Deus, embora seja conhecido pelo amor e bondade, é também um fogo devorador (Is 30.27). Portanto, sejamos puros e santos em toda a nossa maneira de ser, pois o Senhor não se deixa escarnecer.

PARA REFLETIR
A Respeito de “Fogo Estranho Diante de Deus”, responda:

1) Quem eram Nadabe e Abiú?Eles pertenciam à tribo de Levi e eram filhos de Arão.

2) Quais os seus privilégios?Ascendência levítica, araônica e participantes da glória de Deus.

3) Em que consistiu o pecado de ambos?Oferecer fogo estranho. Eles foram insolentes, blasfemos, sacrílegos e diabolicamente curiosos.

4) Como foram mortos?Foram consumidos no lugar santo.


5) Por que Arão não pôde observar o luto por seus filhos?Apesar da tragédia que se abateu sobre a sua família, Arão é proibido pelo Senhor de guardar luto ou demonstrar tristeza (Lv 10.6,7). Ele e seus filhos deveriam suportar, com santa discrição, aquela hora tão difícil. Afinal, era seu dever zelar pela santidade e glória do nome do Senhor dos Exércitos. Além disso, eles estavam cientes de que a alma que pecar esta morrerá (Ez 18.4,20).


BIBLIOGRAFIA

Bíblia Sagrada - Thompson - Edição Contemporânea - Editora VIDA, 2000
Fonte: CPAD, Revista, Lições Bíblicas Adultos, Valores Cristãos - Enfrentando as questões morais de nosso tempo, Comentarista Pr. Douglas Baptista, 2 Trimestre 2018.

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Lição 06: A Promessa de um Redentor


Dinâmica: Quanto você vale?

Objetivo:
Iniciar o estudo sobre a salvação, como pagamento do resgate do homem por Jesus.

Material:
01 figura de carro, casa e objetos de uma casa
Papel
Pincel atômico
Fita adesiva

Procedimento:
- Comecem perguntando qual o valor dos objetos que os alunos estão com eles naquele momento da aula.
Anotem as respostas num papel e coloquem ao lado de cada objeto.
- Agora, coloquem num quadro as figuras de um carro, uma casa e objetos de uma casa e perguntem:
Quanto pode valer este carro?
E a casa?
E outros objetos da casa?
Anotem as respostas, num papel e coloquem ao lado das figuras do carro, casa e utensílios domésticos.
- Perguntem: E você, quanto vale?(valor monetário)
- Entreguem para os alunos ¼ da folha de papel ofício.
Peçam para que eles escrevam este valor no papel, que deve ser colocado na roupa do aluno. Peçam para que cada aluno fale quanto ele vale.
- Depois, façam uma comparação dos preços dos objetos com o valor de uma pessoa, no caso o valor indicado por eles para si mesmos.
- Vocês sabem que vocês têm muito valor para Deus?
Quando o homem pecou, ele passou a ter uma dívida muito grande para com Deus. Mas, Deus com seu grande amor, providenciou o resgate do homem, enviando seu filho Jesus, para pagar esta dívida, reconciliando o homem com Ele.
- Sabem qual o preço desta dívida que foi paga por Jesus?
Então leiam:
Rm 5.8 “Mas Deus prova seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores”.
I Co 7. 23a “Fostes comprados por bom preço...”
- Falem: Esta é a graça de Deus, um favor não merecido que nos alcançou gratuitamente, através do sacrífico de Jesus.
“E, quando vós estáveis mortos nos pecados, e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas, havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz”(Cl 2:13,14).
- Agora, trabalhem o conteúdo da lição.


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/